Ao abrir a janela,
Um céu tristonho avistei,
E um triste riso desse céu,
Foi tudo o que ganhei.
Ao abrir a porta,
Fui cumprimentado por um sol pálido e distante,
Com veemência para ele olhei,
Nele viajei por alguns instantes.
Ao abrir o portão,
Pelo mundo imenso e velho fui abordado,
Ergui minha cabeça,
Pois com um novo mundo eu já havia sonhado.
Ao passar pelo portal,
Da cidade mais pequena, longe eu fiquei,
Para ela nunca mais retornar,
Foi simplesmente o desejo que desejei.
Ao passar eu, então pela fronteira,
Recomeçar tornou-se possível,
Pois longe do velho e triste mundo, céu e sol,
Fui eu descobrir meu novo mundo indestrutível.
Rafa Perini'
Deito nos lençóis desta minha página virtual as mantas da minha poesia, afim de aquecer-lhes os dias, trazer-lhes reflexões, esperanças... novos amores! Sentimentos tão meus, que, porém, aqui compartilho e lhes dedico. Não somente poesias, nem tão somente pensamentos aleatórios é o que aqui poderão encontrar, decidi que resenhas pessoais dos livros que leio, aqui também vou publicar! Boa leitura a todos... ;)
domingo, 11 de maio de 2014
Assinar:
Postar comentários (Atom)
-
Eu voltei.
-
Com um amigo a minha poesia nasceu, Com esse mesmo inimigo minha poesia morreu. O vento que suavemente me soprou, Foi apenas um dos furacõe...
-
Talvez eu vá até ali Talvez eu deva permanecer aqui Certamente aqui é o lugar ideal Certamente, ideal é o mundo que há no meu quintal Meu qu...
Nenhum comentário:
Postar um comentário