quarta-feira, 26 de março de 2014

Do amor!

Do amor que sofro eu,
Incomparável e por muitos desconhecido,
É um amor visto apenas,
Nos olhares de verdadeiros amigos.
Do amor que me acomete,
Resta a dor por não tê-lo.
E a dor ainda mais forte,
Por ser eu o culpado de perdê-lo.
Do amor que me esfria,
Preciso eu buscar refúgio.
Mas de tal amor poderoso, divino e eterno,
Não existe escapatória, apenas abuso.
Rafa Perini'

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