domingo, 23 de março de 2014

Um crime, outro culpado!

O que me fora roubado,
Ora, já não pode mais ser recuperado!

Um tanto inesperado,
É o que tal crime, outrora encerrado,
Acometeu-me um adendo que, de lado, havia sido deixado!

Longe do amanhã expectado,
Tudo o que podia ser esperado,
Fulcros obstinados de um futuro tão aguardado,
Levou-me mais longe do que o caminho almejado!

Portanto, aqui estou, tão cansado,
Nesses versos meus, desabafando-lhes alguns dados,
Que no olhar do poeta despreparado,
Ganhará um sentido idealizado,
Encontrá-se aqui então o adendo, anteriormente sublimizado!

O que é meu, seu não pode ser achado,
Por mais que nas reflexões pense tê-lo encontrado,
O fato é, amigo amado,
Finalmente, para ti, um segredo revelado,
Que nos versos meus, confusão é o toque vislumbrado,
Tudo aqui, incompreensível, está aqui, tudo bem pensado!

Por aqui ficando vou, vou sendo deixado,
Informando-lhes então um roubou de algo por mim estimado,
Mas confesso que se tal crime ocorreu, quem lhes escreve é o culpado.
Sem ação estou por isso eu, pois foi meu o erro supracitado,
Eu sou o agente que imensidões deixou de lado,
Tudo era muito maior do que eu havia imaginado,
Tal culpa levarei eu até meus dias estarem finalizados!

Rafa Perini'

2 comentários: